Forças de segurança em ação na Catalunha
O ambiente tenso que está instalado na Catalunha, obriga as forças de segurança a ter um papel constantemente ativo, de modo a salvaguardar as pessoas e a evitar atos que causem ainda mais perturbação na sociedade.
O Ministro do Interior, Juan Ignacio Zoido, assegura aos polícias e guarda civis alojados em barcos no porto de Barcelona, que continuarão “todo o tempo que seja necessário para garantirem o cumprimento da lei”. Compromete que o governo tomará “todas as medidas que sejam necessárias para defender os seus direitos e dignidade”.
A luta pela independência da Catalunha, tem criado vários desacatos entre pessoas com ideologias diferentes, o que obriga a constante intervenção das forças de segurança locais, as quais são a Guarda Civil e a Polícia Nacional. É convocada, por Zoido, uma reunião com todos os Sindicatos Policiais e as Associações mais representativas da Guarda Civil, de modo a realizar uma análise à situação de ambos e informá-los sobre as última decisões tomadas.
É feito um pedido de absolvição dos Mossos D'Esquadra, pela Assembleia Espanhola da Guarda Civil, visto não zelarem por um ambiente pacífico, mas sim de revolta ao encorajarem as pessoas a revoltar-se contra a continuidade da unificação de Espanha.
O Grupo Municipal Democrático de Barcelona, apresentou hoje uma proposta que será votada na próxima sexta-feira onde são denunciadas e condenadas as ações das forças de segurança do Estado para impedir o referendo, bem como todos os partidos e entidades que deram cobertura.